Consumo

Dicas: Compre por merecimento

1. SE PRESENTEIE

Realizar um sonho de consumo é necessário. A materialização de uma conquista é fundamental. Portanto, se presenteie, você merece. Contudo, nunca deixe seu merecimento virar castigo, ou seja, tenha condições financeiras para arcar com o custo do seu presente sem cair em dívida, fazer longos parcelamentos ou pagar juros.

2. ENTENDA O PRAZER DA COMPRA

Consumir é bom, gera negócios, nos dá conforto, inclusão, poder de escolhas e, principalmente, prazer. O prazer gerado pela compra é viciante e prazeroso. Então, não confunda comprar com busca – consciente ou inconsciente – pelo prazer. Neste processo, muitas compras desnecessárias são adquiridas. Para não errar, sempre estipule o valor que vai gastar com vestuário, presentes, lazer e supérfluos.

3. RESPEITE SUAS DETERMINAÇÕES

Quando estabelecer limites, principalmente financeiros, respeite-os. Faça um planejamento e o siga, estipule metas e as cumpra. A determinação e o foco são os grandes aliados tanto para um consumo saudável, quanto para um empreendedorismo financeiro.

4. DESCUBRA QUAL É A SUA RELAÇÃO COM O DINHEIRO

O autoconhecimento é fundamental, inclusive na forma como ganhamos, gastamos ou investimos. Nos relacionamos com o dinheiro basicamente de quatro formas: ou como uma fonte de segurança, de liberdade, de poder ou de relacionamento, como já vimos acima. Descubra qual é a sua relação com o dinheiro, as vantagens e os riscos de cada perfil. Conheça seus pontos fortes, e os fortaleça, e seus pontos fracos, e os neutralize.

5. PRATIQUE O OTIMISMO

Entre esperar coisas boas ou ruins, o investimento de tempo, de pensamento e emocional é o mesmo. O que muda é o resultado. Ser otimista é um talento, uma verdadeira arte, muito natural para aqueles que tiveram condições na infância para se desenvolverem assim. Mas para quem não é, naturalmente otimista, “a prática constante traz a recompensa”. Vigie seus pensamentos, não se entregue a expectativas nefastas e lembre-se de que quem investe bem pensamento, emoções e tempo, tem maiores chances de investir bem o dinheiro.

6. NÃO SE CONFUNDA COM A RIQUEZA

Enriquecer financeiramente é uma escolha, com certeza muito fácil para alguns, trabalhosa para outros e bastante difícil para a maioria. Há quem tenha por objetivo enriquecer e outros que jamais irão se autorizar, sequer pensar sobre isso. Não há problema nisso, apenas não podemos ser escravos nem da riqueza, nem da pobreza. A riqueza financeira não precisa ser uma inimiga, tampouco, uma patroa. Riqueza é “a abundância daquilo que é valioso”. então distribua com abundância afetos, atenção, respeito, convivência e elogios e seja generoso com quem é valioso na sua vida. E, quanto ao dinheiro saiba onde (quanto), como e quando quer chegar.

7. ANALISE SE POSSUI VÍCIOS EMOCIONAIS, ELES PODEM GERAR DÍVIDAS FINANCEIRAS

Mesmo nos fazendo mal, repetimos – muitas vezes inconsciente – situações que acabam gerando conflitos emocionais. São verdadeiros vícios, pois são repetidos com frequência, não conseguimos parar e acaba nos fazendo mal. Um dos vícios emocionais mais encontrados é a culpa. Por exemplo, se culpamos alguém por nossas derrotas e erros, às vezes, tentamos reparar isso comprando alguma coisa. Outro exemplo são pais que passam o dia longe dos filhos: quando as crianças pedem algo não conseguem dizer não, muitos motivados pela culpa, acabam cedendo. Quanto mais culpa, maior o gasto financeiro. Quanto mais emoções interferindo, maior despedício de dinheiro.

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